Bate-Papo com os Pais
S.O.S. meu casamento está ruindo!
Uma vez ouvi de uma enfermeira que cuidava de bebês recém nascidos a seguinte frase: “ os seios da mãe deveriam ser transparentes e milimetrados”! Aludindo à incerteza e ansiedade em que se encontram as mães para saber se estão ou não tendo leite suficiente para amamentar seus bebês.
Transportando esta idéia para o casamento, poderíamos pensar que também seria muito bom que os casamentos tivessem um alarme bem potente, que indicasse quando as coisas estão caminhando pela estrada errada.
Mas.... como no caso da amamentação, pode-se constatar se a criança permanece faminta pelo seu choro, irritação, mal estar e aparência. Também o relacionamento do casal dá indicadores bastante confiáveis. Só é preciso vontade de ver.
Na experiência de orientação familiar posso constatar com muita alegria, o esforço que fazem os parentes de um casal que está se desentendendo, para que acertem o rumo da nave. É bonito ouvir irmãos pedindo ajuda para irmãos, pais, pedindo ajuda para os filhos, cunhados buscando socorro para cunhados. Confesso que me emociona!
Mas por que motivo só os que estão de fora conseguem ver tantas coisas que os de dentro não conseguem ver?
O primeiro e grande motivo é QUERER VER. Podemos muito tranquilamente nos “instalar” num casamento medíocre pensando erradamente que “isto é assim mesmo”!
Não! A pessoa é um ser perfectível, ou seja pode sempre melhorar, mudar para melhor.
É preciso fomentar aquele bom desejo de trazer à tona todas aquelas qualidades que fizeram com que vocês se unissem num compromisso para sempre. No lugar de começar a enumerar os defeitos que ambos foram adquirindo com o passar do tempo, pense o que foi que o (a) encantou!
É costume levar os casais que estão em vias de separação a pensar nos filhos, para tentar uma última instância! Mas, em quem é preciso pensar é no outro! O marido deve pensar na esposa e vice versa. Os filhos não unem nem desunem um casamento.Eles motivam, dão sentido porque são o fruto de um relacionamento de amor. Portanto o que se há de cuidar é do amor entre ambos.
E como cuidar desse amor para que dure para sempre forte e vibrante?
Transportando esta idéia para o casamento, poderíamos pensar que também seria muito bom que os casamentos tivessem um alarme bem potente, que indicasse quando as coisas estão caminhando pela estrada errada.
Mas.... como no caso da amamentação, pode-se constatar se a criança permanece faminta pelo seu choro, irritação, mal estar e aparência. Também o relacionamento do casal dá indicadores bastante confiáveis. Só é preciso vontade de ver.
Na experiência de orientação familiar posso constatar com muita alegria, o esforço que fazem os parentes de um casal que está se desentendendo, para que acertem o rumo da nave. É bonito ouvir irmãos pedindo ajuda para irmãos, pais, pedindo ajuda para os filhos, cunhados buscando socorro para cunhados. Confesso que me emociona!
Mas por que motivo só os que estão de fora conseguem ver tantas coisas que os de dentro não conseguem ver?
O primeiro e grande motivo é QUERER VER. Podemos muito tranquilamente nos “instalar” num casamento medíocre pensando erradamente que “isto é assim mesmo”!
Não! A pessoa é um ser perfectível, ou seja pode sempre melhorar, mudar para melhor.
É preciso fomentar aquele bom desejo de trazer à tona todas aquelas qualidades que fizeram com que vocês se unissem num compromisso para sempre. No lugar de começar a enumerar os defeitos que ambos foram adquirindo com o passar do tempo, pense o que foi que o (a) encantou!
É costume levar os casais que estão em vias de separação a pensar nos filhos, para tentar uma última instância! Mas, em quem é preciso pensar é no outro! O marido deve pensar na esposa e vice versa. Os filhos não unem nem desunem um casamento.Eles motivam, dão sentido porque são o fruto de um relacionamento de amor. Portanto o que se há de cuidar é do amor entre ambos.
E como cuidar desse amor para que dure para sempre forte e vibrante?
Procurando penetrar no misterioso mundo do sexo oposto ao seu. Homens e mulheres têm expectativas diferentes, pensam de forma diferente, gostam de coisas diferentes, enfim são antropologicamente totalmente diferentes.
Responda de bate pronto às perguntas seguintes:
-O que faz feliz o meu esposo (a)?
- Como poderia surpreender minha esposa(o)?
- Há situações em que minha esposa (o) pode se sentir humilhada por minha causa?
- Há quanto tempo ( podem ser minutos, horas, dias, meses, ou anos) não faço um elogio sincero ao meu esposo (a)?
- Gosto de estar sozinho com minha esposa?
- Fazemos planos?
- Como anda nosso relacionamento sexual?
- Damos risada juntos?
- Pense nos temas das suas conversas. Ou mesmo se há momentos de conversa.
- Quem cede de maneira mais habitual, ele ou ela?
A lista poderia se estender interminavelmente. E as razões para um desacerto têm início nessas pequenas grandes coisas acima citadas. Esses aparentemente “insignificantes” detalhes da vida conjugal são os responsáveis por muitas famílias destruídas! São como pequenos micróbios que vão se instalando, ou como o cupim que um dia faz cair o telhado.
Vamos descupinizar nosso casamento! Investir no conhecimento do outro, aprender a vê-lo(a) com bons olhos, ver coisas boas e bonitas, e sobretudo QUERER reencontrar as razões sem razão de nos termos entregue um ao outro sem mais explicações que uma força irresistível!
Dora Porto
PS: Se você se interessou por esse tema é bem provável que se interesse pelas palestras para casais do Instituto Ser Família. Clique aqui.
Responda de bate pronto às perguntas seguintes:
-O que faz feliz o meu esposo (a)?
- Como poderia surpreender minha esposa(o)?
- Há situações em que minha esposa (o) pode se sentir humilhada por minha causa?
- Há quanto tempo ( podem ser minutos, horas, dias, meses, ou anos) não faço um elogio sincero ao meu esposo (a)?
- Gosto de estar sozinho com minha esposa?
- Fazemos planos?
- Como anda nosso relacionamento sexual?
- Damos risada juntos?
- Pense nos temas das suas conversas. Ou mesmo se há momentos de conversa.
- Quem cede de maneira mais habitual, ele ou ela?
A lista poderia se estender interminavelmente. E as razões para um desacerto têm início nessas pequenas grandes coisas acima citadas. Esses aparentemente “insignificantes” detalhes da vida conjugal são os responsáveis por muitas famílias destruídas! São como pequenos micróbios que vão se instalando, ou como o cupim que um dia faz cair o telhado.
Vamos descupinizar nosso casamento! Investir no conhecimento do outro, aprender a vê-lo(a) com bons olhos, ver coisas boas e bonitas, e sobretudo QUERER reencontrar as razões sem razão de nos termos entregue um ao outro sem mais explicações que uma força irresistível!
Dora Porto
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