O que chamar, afinal, de uma boa companhia? Superficialmente, bastaria que estivéssemos ao lado de alguém que gostamos de “estar junto” para dizer que é uma boa companhia. Alguém com quem nos sentimos bem, estamos à vontade, podemos ser quem somos, sem medo de errar... Mas isso não basta. É possível que uma companhia seja agradável e não seja boa, ao mesmo tempo.
Quando somos adultos, e
sabemos exatamente o que
queremos da vida, é mais fácil
fazer essa distinção. Temos
plena consciência de quem
são os nossos amigos
verdadeiros e de quais não
passamos de um convite para
um churrasco, um choppe, um
jogo de futebol... Estes nos
fazem uma agradável
companhia, já aqueles, uma
boa companhia. Mas quando
crianças, essas ideias se
confundem...
Todos nós estamos sujeitos às
mais variadas influências,
independente de idade, sexo,
cultura... O que nos permite
neutralizá-las, quando preciso, é a maturidade racional,
emocional e social. E é por isso
que as crianças e adolescentes
são mais suscetíveis às
influências.














